- Crianças com 25 kg podem produzir, em um choque a 50 km/h, danos idênticos aos observados em uma queda do terceiro andar de um prédio, ou seja, seu corpo desamparado colidiria contra o solo com força equivalente a uma tonelada;
- Crianças transportadas no colo podem, em caso de desaceleração ou colisão, ser esmagadas com o peso pessoa que a leva no colo, ou mesmo serem projetadas para fora do carro.
- Quando transportadas no banco traseiro do carro, as crianças têm de 35% a 50% menos probabilidade de morrer em um acidente de carro; quando acomodadas em cadeiras de segurança instaladas e usadas corretamente o risco de morte cai para 71%.

A CADEIRINHA NO AUTOMÓVEL.

As cadeirinhas têm preço entre R$ 170,00 e R$ 600,00, e é possível encontra-las até mesmo em supermercados. Contudo, embora existam muitos modelos de cadeirinhas de retenção, a escolha deve seguir algumas "regras". Antes de mais nada é necessário conferir se a cadeira possui o selo de certificação do Inmetro. No mercado brasileiro, menos de 10 modelos possuem esse certificado. O passo seguinte é analisar qual cadeira melhor se adequa à idade e ao tamanho da criança. Há três tipos básicos: "conchinha", usada desde o nascimento até a criança pesar aproximadamente 8kg. Essas cadeirinhas têm acessórios que protegem e firmam o pescoço do bebê (travesseiros ou toalhas colocadas nas laterais da cabeça também exercem essa função); cadeirinha fixa, utilizada a partir do momento em que a criança já tem força suficiente para sustentar o pescoço e a cabeça - e até os 4 anos de idade (aproximadamente 18 quilos). A cadeirinha deve ser instalada de frente para o painel, mantendo a posição central no banco traseiro. Booster, para crianças com mais de 18 kg e até 36 kg, menores de 1,45 m. A cadeirinha já não serve mais, porém elas não têm altura suficiente para usar o cinto de segurança do carro. O "Booster" - uma almofada com suporte rígido e dispositivos projetada para ser fixada no banco traseiro do carro, permitindo que o cinto de segurança seja colocado na posição correta. Sem o booster o cinto de segurança do carro passaria pelo pescoço e pela barriga do passageiro, e não pelo ombro, o que, em um acidente, pode provocar esmagamento dos ossos. Esse banquinho não deve, em hipótese alguma, ser substituído por almofadas ou algo parecido, pois em uma freada brusca esses utensílios podem se deslocar, fazendo com que o cinto se direcione ao pescoço da criança, provocando estrangulamento ou mesmo traumas toráxicos e abdominais. Quando as crianças atingem cerca de quatro anos é comum os pais acharem que a cadeirinha não é mais necessária. Algumas crianças não querem usar o equipamento porque já se consideram grandinhas e nesses casos é preciso usar a criatividade e incentivar a criança apelando para temas como "assento da princesa" ou "trono do príncipe". Para saber se a criança já está grande demais para a cadeirinha, basta observar sua nuca: caso ultrapasse o encosto da cadeira, é hora de comprar um assento maior. A instalação do equipamento também é fundamental para que a cadeirinha cumpra sua função. Bem fixada e presa ao banco pelo cinto de segurança do veículo, a cadeirinha não deverá se mover mais do que dois centímetros de um lado para o outro. O bebê deverá estar bem ajustado na cadeirinha, sem folga (mas não atado demais), para impedir que ele se movimente em caso de colisão, evitando o efeito chicote.
 

Semana da Pátria 2010

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura anunciou a programação da Semana da Pátria. Atividades cívicas acontecerão a partir de 1º a 7 de setembro. Neste ano, os temas serão "Amazônia: patrimônio do povo brasileiro" (Nacional), "Apae/RS: conquistando caminhos para ser e conviver" (estadual) e "Veranópolis: Educação, Cultura e Cidadania".  A abertura oficial está marcada para dia 1º de setembro, quarta-feira, na Praça XV de Novembro. O Fogo Simbólico foi aceso na  Missa aos Estudantes, dia 9 de agosto e desde então, está guardado na Brigada Militar da cidade.

  
  
  
Rua Mal. Deodoro da Fonseca, 1106 | Veranópolis - RS | 54 3441 1888 | 54 3441 4074 | radiocom@pressa.com.br